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Protocol ( V. Bighetti)

by vera_bighetti last modified 17/11/2005 04:56

Protocol-How Control Exists after Decentralization de Alexander P. Galloway- Capítulo 5 e 6

 Para Galloway o protocolo é o único modo de organização do universo da informação digital em rede, como uma forma de controle.  Uma máquina de controle mas  no seu interior se engendra o oposto, porque pelo hacker  ou pelo vírus ele se quebra saindo da antiga e conservadora cultura para uma cultura transmissível e executável.

 Para Galloway  protocolo hoje é sinônimo de possibilidade, ele trata o protocolo como  código de  leitura. (164) Código executável , código de download, porque sem ele não existe conexão.

Ele evidencia no texto como o código interfere nas questões sobre as dificuldades de acessibilidade ao projeto.  O protocolo está intimamente ligado aos procedimentos editorias, para pensar modos facilitadores de abertura e leitura.(167)

Projetos que trabalham o espaço público, a Internet sem fronteiras. Com uma linguagem completamente diferente de todas as outras em que o software não é apenas um programa auxiliar para fazer uma rotina mas alguma coisa diferente  que para Galloway, é  como uma maquina de linguagem  matemática.(166) É  linguagem e  arte em formato de programação.  A gramática da Internet é diferente da gramática impressa e para Galloway as imagens digitais são manifestações visíveis de sobreposições de camadas de códigos não visíveis (165).

O Protocolo pode ser pensado como controle da  descentralização, dando forma para uma cultura de remixagem, compartilhamento, desterritorialização. Uma cultura em que os traços são apagados, resultantes de uma maquina técnica sem auteridade. O apagamento das matrizes consolida a técnica pela técnica, sendo pouco criativa, mas  a software art, vírus art e mídia tática , como a arte executável que demanda uma série de rotinas próprias, configuração de parâmetros  e requisitos de navegabilidade (171),traz novos modos e ritmos de leitura, mescla diferentes comportamentos, gera conflitos de leitura e percepção, e pelo ponto de vista cinético a sua especificidade é dada pelo conceito ergódico de Espem Aarseth[1].

E com postura não meramente estética, as mídias táticas,isto é, o uso do protocolo em seu potencial até o limite extremo, a incorporação intencional  que leva  a sua quebra [2](dos protocolos), atingem o grau de responsabilidade além do seu possível. Podemos exemplificar esse conceito visitando os projetos  :

1.     Runme.org[3]-http://www.runme.org/ 

2- Simon Biggs- lBabel, http://hosted.simonbiggs.easynet.co.uk/

3-Riot, http://www.potatoland.com/
4-     Jaromil – software art  http://rastasoft.org/jaromil.ph

  

Jaromil the Rasta Coder (RASTASOFT.org) is a mediterranean GNU/Linux programmer, author and mantainer of three free software programs and a operating system: MuSE (for running a web radio), FreeJ (for veejay and realtime video manipulation), HasciiCam (ascii video streaming) and dyne:bolic the bootable CD running directly without requiring installation, a popular swiss army knife in the fields of production and broadcasting of information.
All his creations are freely available online under the GNU General Public License (Free Software Foundation).

He is a featured artist in CODeDOC II (Whitney Museum Artport), Read_Me 2.3 (runme.org software art), negotiations 2003 (Toronto CA), I LOVE YOU (MAK Frankfurt), Netarts (Machida Tokyo), Rhizome, Data Browser 02 (engineering culture), Crosstalks (Vrije Universiteit Brussel) and in several other publications.
Artworks include the software for
Sophisticated Soiree ( ZKM/intermedium02 award), the net-art piece FARAH, the performance TUBOCATODICO and the :(){ :|:& };: forkbomb.
His theatre works with
Giardini Pensili as a live video programmer include (since 1998): Animalie, Metamorfosi, Affreschi, Il Cartografo.

Jaromil has been artist in residence in: makrolab (Venice Biennale), medien.kunstlabor and the Nederlands Instituut voor Mediakunst / Montevideo Time Based Arts where he is now in charge of several open source research and development projects.

Wired to the matrix since 1991 (BBS point on CyberNet 65:1500/3.13), co-founded in 1994 the non-profit organization Metro Olografix for the diffusion of telematic cultures, and in 2000 founded the dyne.org free software house; he is active as a member of the FreakNet Medialab, of Radio Onda Rossa (on air in Rome 87.9FM), of the Streamtime project and of the ASCII collective.

Collaborations include: Ars Electronica Center / Futurelab, PUBLIC VOICE Lab, digitalcraft.org, 0100101110101101.org, August Black, [epidemiC], Florian Cramer, 92v2.0, LOA hacklab, CandidaTV, ESC.mur.at, the HackMeeting and TransHackmeeting communities.

Jaromil il Rasta Coder (RASTASOFT.org) e' un abbruzzese programmatore GNU/Linux, autore di tre software liberi e di un sistema operativo: MuSE (software per fare radio in rete), FreeJ (per veejay e manipolazioni video in tempo reale), HasciiCam (ascii video streaming) ed infine dyne:bolic il CD avviabile che parte direttamente senza bisogno di istallazione offrendo un desktop completo di strumenti utili all'autoproduzione di informazioni.
Tutte le sue creazioni sono liberamente disponibili in rete sotto licenza GNU General Public License (Fondazione per il Software Libero).

Come artista e' esposto in CODeDOC II (Whitney Museum artport NY), Read_Me 2.3 (software art runme.org), negotiations 2003 (Toronto CA), I LOVE YOU (MAK Frankfurt).
Tra le opere il software di
Sophisticated Soiree (ZKM/intermedium02 award), l'opera di net-art FARAH, la performante teatrale TUBOCATODICO.
Jaromil e' un componente della compagnia
Giardini Pensili dal 1998, avendo partecipato alla realizzazione di Animalie, Metamorfosi, Affreschi, Il Cartografo; artista in residenza al makrolab (Biennale di Venezia) e correntemente nell'istituto Montevideo Time Based Arts (Amsterdam NL).

Connesso alla rete dal 1991 (point BBS Cybernet 65:1500/3.13), e' co-fondatore nel 1994 dell'associazione no-profit Metro Olografix per la diffusione della telematica, poi fondatore nel 2000 del network di autoproduzioni dyne.org; membro del FreakNet Medialab, sub-root per la comunita' autistici.org / inventati.org sin dal 2001, e' anche attivo nel collettivo di indymedia italia ed occasionale corrispondente per Radio Onda Rossa (Roma 87.9FM).

Tra le collaborazioni: Ars Electronica Center / Futurelab, PUBLIC VOICE Lab, Giardini Pensili, digitalcraft.org, 01001.org, August Black, [epidemiC], Florian Cramer, 92v2.0, LOA hacklab, Freaknet Medialab, CandidaTV, the Mitocondri, la comunita' dell'HackMeeting

 

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[1] AARSETH EspenJ. Ergodic Literature. Baltimore: The Johns Hopkins University Press, 1997

[2] BEIGUELMAN, Giselle, Link-se  arte/;mídia/política/cibercultura ( 2005)Editora Peirópolis, São Paulo pg.114

[3]Runme.org is a software art repository, launched in January 2003. It is an open, moderated database to which people are welcome to submit projects they consider to be interesting examples of software art. 


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